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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Inclusão digital é destaque nos jornais latino-americanos

Nas matérias publicadas na seção de Ciência e Tecnologia dos sites Observa do Uruguai e Diario La Hora, da Guatemala, conta-se a história da Cooperativa Costurando Ideais do Morro Santa Marta, que recebeu um site de presente do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro (PRODERJ).

A inclusão digital proporcionada pelo projeto Internet Comunitária no Rio foi tema de reportagem em dois jornais online latino-americanos.  Além disso, as matérias relatam como a Internet acessada dos Centros de Internet Comunitária (CICs) tem ajudado as pessoas de baixo poder aquisitivo, principalmente nas favelas, a conseguirem prosperar em algum negócio, elaborar um currículo, procurar um emprego, entre outros inúmeros serviços proporcionados pelo mundo digital.

A repórter Amelie Rosique da agência de notícias France Press (AFP), autora da reportagem, conta o que viu ao conhecer de perto a Cooperativa do morro Dona Marta, no bairro de Botafogo ”com o básico, linha e agulha, as quatro integrantes da cooperativa, fundada em 2002, confeccionam quase tudo, como vestidos, camisetas e até bijuterias e sonham um dia exportar para Estados Unidos e Europa”.

A repórter destaca, em seguida, que foi através do site (www.internetcomunitaria.rj.gov.br/costurandoideais) que esse sonho poderá tornar-se realidade, “Mas, foi graças à internet que estas costureiras conseguiram realmente expandir suas fronteiras, após a criação do site na web no ano passado”.

O presidente do PRODERJ, Paulo Coelho, explicou que “este projeto de inclusão digital é parte de uma estratégia mais global de integração social e reurbanização das favelas”. Desde de 2004, o PRODERJ coordena um projeto de inclusão digital em todo o estado do Rio, através dos 84 Centros de Internet Comunitária (CICs), laboratórios com computadores conectados à banda larga e que oferecem acesso gratuito à Internet e aulas de alfabetização digital para adultos e para a terceira idade.

As reportagens citam que os 12 mil habitantes do Morro Santa Marta também já dispõem de um desses centros desde de setembro de 2008 e o monitor do CIC, Elias Vieira, esclarece que a procura pelo telecentro da comunidade é, sobretudo, por questões ligadas a trabalho, como elaborar um currículo, buscar um emprego, enviar um documento, etc.

Paulo Coelho complementa que as pessoas também podem procurar um CIC para criar uma conta de email: -  "Os habitantes das favelas não tem seu próprio correio eletrônico. Nos Centros pode-se criar uma conta de correio para responder a um pedido de emprego, por exemplo. É mais prático e isso evita a discriminação" - destaca Coelho.

Fonte: http://www.governo.rj.gov.br

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